4 de setembro de 2017

BI Data não é BIG Data

As vezes deparo com afirmações que BI DATA e Big Data são a mesma coisa mas não é e vou simplificar.

BIG DATA
Big data não apenas uma grande quantidade de dados é:
  • Volume
  • Variedade
  • Velocidade
  • Variabilidade
  • Veracidade
É uma quantidade enorme de dados armazenada em que os mesmos são diversificados em que são gerados e processados a uma grande velocidade e estão disponíveis em tempo real os mesmos tem de ser consistentes e de grande qualidade.

BI DATA

O BI Data é informação extraída através do Extract Transform Load (ETL) muito utilizado em Data Warehouse.

4 de agosto de 2017

IT PRO Portugal IDOL



IT PRO IDOL é um conjunto de sessões de novos oradores na comunidade técnica IT Pro Portugal eu convido-te a estar no próximo dia 30 deste mês nas instalações da Microsoft em Portugal para assistir as sessões gratuitamente


Se quiseres saber mais podes ver o seguinte vídeo.




Se nunca apresentaste nenhuma sessão não percas esta oportunidade  preenche a Call For IT Pro IDOL. A própria comunidade ajuda-te a melhorar a tua sessão, incluindo algum coaching.

Se quiseres praticar a tua apresentação em Inglês és sempre bem vindo.

16 de julho de 2017

Office 365 cuidado com escolha do nome de domínio onmicrosoft.com

Podemos testar o serviço Microsoft Office 365 a custo zero com quase todas as suas funcionalidades mas há um rasteira na utilização nome do domínio escolhido.

No fim do demonstração podemos assumir que a identificação do domínio interno escolhido por exemplo test365.onmicrosoft.com é expirada após o fim da demonstração e podemos reutilizar mais tarde numa nova subscrição. Bem não é bem assim.

O domínio onmicrosoft.com escolhido nunca é expirado e pode ser utilizado mais tarde pelo global admin da subscrição para para adicionar licenças mensais, anuais, ou adquiridas através do Open License. E está documentado na documentação do Office 365. A seguinte imagem mostra o ciclo de vida da subscrição do Office 365 que foi retirada da documentação e explica que os administradores podem sempre aceder a subscrição mesmo depois de termos recebido a notificação de ter sido apagada a mesma fica deprovisioned.


Source: "O que acontece aos meus dados e acesso quando a minha subscrição do Office 365 para empresas termina?"

É possível que outra empresa consiga adquirir a identificação que tínhamos mas se esquecemos da palavra passe do administrador global da subscrição a única forma de recuperar é falar com o suporte técnico telefonicamente do Office 365 normalmente o idioma utilizado é o Inglês.

Se tentarem ativar uma licença através do Open License de uma conta que já foi expirada há algum tempo como a seguinte imagem.



A ativação vai sempre informar que o nome do domínio está ser utilizado e é necessário escolher outro domínio.


Assim ao testarem a demonstração do Office 365 não escolham nomes das organizações onde estão a trabalhar.

5 de julho de 2017

SMB v1 o drama

Por motivos de ransomware o SMB v1 continua a ser muito discutido porque maior parte dos fabricantes continuam e exigem que se utilize a versão 1 do SMB. Equipamentos como NAS, impressoras até aplicações informáticas não vão ter suporte para SMB v2 ou 3 porque implica um grande custo financeiro para o fabricantes e alguns até fecham os olhos.

Um dos exemplos que tive foi com a Hewlett-Packard (HP) Portugal que nem a assistência de suporte empresarial consegue dar explicações sobre o assunto a culpa é sempre do cliente porque utiliza Windows Server e as suas impressoras e outros apenas são Windows XP até ao 10, boa jogada HP.

O NedPyle da Microsoft fez uma publicação com o título "SMB1 Product Clearinghouse" em que publica uma lista de produtos que requerem SMB v1 e está explicita da documentação do mesmo.

Vale a pena ler e conhecer alguns dos produtos, pode consultar a publicação em  https://blogs.technet.microsoft.com/filecab/2017/06/01/smb1-product-clearinghouse/

2 de julho de 2017

Aplicação Web do Azure não encontrada quando se usa um domínio personalizado

Quando adiciona um domínio personalizado no Azure por norma é adiconado o nome do domínio e a extensão TLD. O "www" é considerado um subdomínio por isso é quando acede a uma página de Internet no Azure com www.dominio.com vai ser redirecionado para a página de erro 404 por definido como a seguinte imagem:




Vou demostrar como pode adicionar qualquer subdomínio numa Web App no Azure. 

Em primeiro lugar tem que aceder a gestão do DNS do domínio e criar um CNAME (Alias) com a identificação ‘www’ e apontar para o endereço URI do Web App no Azure, por exemplo.




Verifique se a nova definição foi aceite antes de avançar com a configuração no Azure.

No Azure aceda ao Web App, selecione “Domínios personalizados“/“Custom domains” e selecione a opção "Adicionar nome de anfitrião"/“Add hostname”.
 




No nome de anfitrião/hostname insira o domínio com o subdomínio www a seguir selecione o tipo de registo “CNAME (www.example.com ou qualquer subdomínio)”/“CNAME (www.example.com or any subdomain)” e clique no botão validar.
 




Se o Azure conseguir confirmar a validar o “Propriedade do domínio”/“Domain owenership” a seguir selecione a opção "Adiconar nome de anfitrião"/“Add hostname” está ativa e pode continuar com o processo.






Nas notificações vai receber a informação que o novo subdomínio foi adicionado com sucesso.




Agora pode experimentar aceder a sua web App com o subdomínio www.






Pode adicionar qualquer outro subdomínio a uma Web App não é obrigatório que seja o “www”. E é assim que se adicionar subdomínio no Azure Web Apps.

Existem navegadores de Internet como o Firefox ESR que já fazem esta compensação validando internamente mas nem todos os navegadores conseguem fazer isto. Por exemplo o Firefox em Linux pode conseguir fazer a validação mas no Windows não e não é um problema de sistema operativo. Por isso é sempre recomendado em qualquer sistema de nuvem ou outro definir o subdomínio www.

Há mudanças no Nano Server no próximo versão/atualização do Windows Server 2016

Há mudanças no Nano Server no próximo versão/atualização do Windows Server 2016

Se andas atento as noticias da Microsoft já sabes que a Microsoft publicou um artigo no dia 2017-06-19 que vai haver mudanças no Nano Server (Windows Server 2016).

Mas quais são essas mudanças?
O Windows Update vai ter duas opções de atualização “Current Branch for Business (CBB) model” e “Semi-annual Channel“ e neste as atualizações para o Nano Server vão ser duas a três vezes por ano e vai acontecer a partir da versão 1709.

Mas não é tudo o Nano Server vai correr como um container, sim leu bem como um container como um docker container e contem as seguintes alterações:
  • Foi otimizado para aplicativos .NET Core.
  • O seu tamanho foi reduzido devido a alteração para o container e não inclui o Windows PowerShell, .NET Core e o WMI estes já existem em containers.
 Fonte: https://docs.microsoft.com/en-us/windows-server/get-started/nano-in-semi-annual-channel

28 de junho de 2017

Petya ou Petwrap ransomware (Atualização: Kill-switch)

Já foi encontrado o Kill-switch para o Petya ransomware, a empresa Positive Technologies publicou como se pode desativar o ransomware aqui.


Para detetar o Petya na infra-estrutura, os seguintes indicadores podem ser utilizados: 
   C:\Windows\perfс
   Uma tarefa no gestor de tarefas do Windows com um nome e ação em branco (reiniciar) "%WINDIR%\system32\shutdown.exe /r /f"

Regras e ações para  IDS/IPS:

   msg: "[PT Open] Unimplemented Trans2 Sub-Command code. Possible ETERNALBLUE (WannaCry, Petya) tool"; sid: 10001254; rev: 2;
   msg: "[PT Open] ETERNALBLUE (WannaCry, Petya) SMB MS Windows RCE"; sid: 10001255; rev: 3;
   msg: "[PT Open] Trans2 Sub-Command 0x0E. Likely ETERNALBLUE (WannaCry, Petya) tool"; sid: 10001256; rev: 2;
   msg: "[PT Open] Petya ransomware perfc.dat component"; sid: 10001443; rev: 1
   msg:"[PT Open] SMB2 Create PSEXESVC.EXE"; sid: 10001444; rev:1


Assinaturas:
https://github.com/ptresearch/AttackDetection/blob/master/eternalblue(WannaCry%2CPetya)/eternalblue(WannaCry%2CPetya).rules

Petya uses TCP ports 135, 139, 445 for spreading (using SMB and WMI services).

Como ativar o Kill-switch?

O Petya verifica se o ficheiro perfc existe na diretoria "C:\Windows"  a directoria está definida no código. O ficheiro perfc não tem nenhum conteúdo é apenas um ficheiro vazio sem extensão e apenas com permissões de leitura.

Source: www.ptsecurity.com

Mais uma vez não é recomendado pagar o resgate e até agora ainda não há forma de recuperar os ficheiros encriptados.

27 de junho de 2017

Petya ou Petwrap ransomware

Há mais um ransomware que está a aproveitar da vulnerabilidade SMB v1 e que está a percorrer o globo.

Se consultarem o hastag #ransomware pode verificar que já fez algumas vitimas.

Por isso é extremamente muito importante atualizar os sistemas operativos não apenas da Microsoft mas também Linux e Apple. Todos os sistemas tem vulnerabilidades, todos os sistemas tem falhas assim todos os sistemas têm ransomware. Se não acreditam façam uma pesquisa.

Mas existe o seguinte problema:

O Petya utiliza exploits da NSA"Spreads in internal networks with WMIC and PSEXEC. That's why patched systems can get hit." fonte: Mikko Hyppone

Tradução: "Consegue replicar em redes internas com WMIC e PsExec. É por este motivo que os sistema operativos atualizado podem ser atingidos."

Todas as recomendações dizem para não pagar o resgate!! O endereço de e-mail utilizado já se encontra bloqueado e até a hora já houve 28 vitimas que efetuaram o pagamento. Pode consultar as transferências aqui.

Como posso proteger ?

As recomendações são:
  1. Desativar o SMB v1;
  2. Desativar o WMIC (Windows Management Instrumentation Command-line);
  3. Instalatar todos patches da Microsoft.

12 de maio de 2017

TUGA IT 2017

É já na próxima semana que vai ser realizado o TUGA IT a partir do dia 18 a 20 nas instalações da Microsoft em Portugal. 

TUGA IT Logo
O TUGA IT é um evento realizado em Portugal em conjunto com várias comunidades técnicas ligados as Tecnologias de Informação com conteúdos desde tecnologias Microsoft (Azure, Data, Office 365), Enterprise Integration, Development Methodologies (Agile, Scrum, Kanban), DevOps e muito mais.

Fui um dos oradores selecionados de um grande leque de oradores nacionais e internacionais e Muito Obrigado TUGA IT por me terem selecionado😃.

Convido a assistir a minha sessão “Azure Web Apps again… Wait! It’s in Linux”que está agendado para o dia 19 as 11:30 em que vou demonstrar a utilização do Azure Web App em Linux. Sim, você leu bem o serviço Web App do Azure está a correr 100% em Linux.

Bash Shell in Web App on Linux using Kudu


O Azure é serviço na nuvem distribuído pela Microsoft não inclui apenas produtos da sua própria marca também inclui produtos de outros concorrentes como a Google, IBM, Oracle, Red HaT, Seagate, Suse e muito mais. Convidou a visitar o Azure Markteplace em https://azuremarketplace.microsoft.com/en-us para conhecer os serviços disponíveis.

Programa do TUGA IT
Podem consultar a programa completa em http://tugait.pt/2017/schedule-overview/.

O primeiro dia está dedicado a Workshops desde dos 10€ (https://app.weventual.com/detalheEvento.action?iDEvento=4175) até 150€ ainda existem vagas disponíveis. Pode consultar os workshops disponíveis em http://tugait.pt/2017/workshops/

Os restantes dias são workshops e sessões técnicas.

Como posso participar?
Para participar apenas têm de registar em https://app.weventual.com/detalheEvento.action?iDEvento=4115 . Há duas formas de participação:

Para mais informações sobre o TUGA IT visite http://www.tugait.pt/2017

1 de maio de 2017

Já tenho a especialidade Microsoft Architecting Microsoft Azure Solutions e o MCSE: Cloud Platform and Infrastructure

Estou muito contente porque já tenho a certificação Microsoft Architecting Microsoft Azure Solutions. 


"Este exame é para candidatos que estão interessados em validar suas habilidades de design de solução do Microsoft Azure. Os candidatos devem conhecer os recursos e as capacidades dos serviços Azure para serem capazes de identificar vantagens e desvantagens e tomar decisões para o design de soluções de nuvem pública e híbrida. Os candidatos que fazem este exame devem poder definir as soluções adequadas de infraestrutura e de plataforma para atender às exigências funcionais, operacionais e de implementação necessárias durante o ciclo de vida da solução."

Ao consultar os portugueses com essa certificação no Microsoft Certification Profiles verifiquei que não são muitos e fiquei muito contente.

O melhor é que também sou MCSE: Cloud Platform and Infrastructure porque já tinha o Developing Microsoft Azure Solutions e Implementing Microsoft Azure Solutions.




A certificação Microsoft Certified Solutions Expert (MCSE): Cloud Platform e Infrastructure valida as habilidades necessárias para gerir data centers modernos e altamente eficazes, com conhecimentos em gestão de identidade e de sistemas, virtualização, armazenamento e rede.

A certificação MCSE pode ser obtida da seguinte forma:
  1. Obter uma certificação Microsoft Certified Solutions Associate (MCSA).
  2. Obter uma aprovação num dos exames eletivos a seguir durante o ano civil de 2017.
Pode obter mais informações em https://www.microsoft.com/pt-br/learning/mcse-cloud-platform-infrastructure.aspx


Se recomendo alguém a frequentar e tirar as certificações Microsoft ?
Claro que SIM, especialmente o MCSE.

13 de abril de 2017

Oferta Microsoft Azure

O Microsoft Azure são serviços em nuvem distribuído a nível mundial e cada vez é mais utilizado.

A Microsoft disponibiliza vários programas com benefícios para IT Pros, desenvolveres e não só. No blog está uma página como pode experimentar o Azure e faço referencia aos  mesmos programas.

O  IT Pro Cloud Essentials mudou a oferta de 3 meses para 12 meses com um valor mensal de 25€.


Com o seu crédito mensal de 25 euros durante 12 meses, pode usufruir durante um ano destas vantagens que o ajudam a promover a sua carreira:
  • Utilização gratuita de serviços cloud como o Microsoft Compute and Storage
  • Acesso a serviços de back-end para as suas aplicações móveis e Web
  • Ferramentas e suporte para IoT, aprendizagem automática e análise de dados.

 Apesar da moeda da oferta estar em dollars americanos o valor é mesmo 25€.

Como registar a oferta
Podem registar diretamente em https://account.windowsazure.com/signup?offer=MS-AZR-0024P utilizando a vossa conta Microsoft.

Quais são as ofertas disponíveis? Há mais ofertas?
Sim. O Azure dispõe de várias ofertas e podem ser consultadas as ofertas ativas e inativas em https://azure.microsoft.com/pt-pt/support/legal/offer-details/.

Para associar a oferta tem de utilizar o endereço https://account.windowsazure.com/signup?offer=[número da oferta] 

Exemplo da oferta Pay-As-You-Go : https://account.windowsazure.com/signup?offer=MS-AZR-0003P

7 de abril de 2017

Tech Startup Job Fair Lisboa Spring 2017 na Microsoft

Ontem nas instalações da Microsoft em Lisboa foi realizado o Tech Startup Job Fair Lisboa Spring 2017.
O TechStartupJobs é um parceiro da família TechMeetups. Que permite os jovens terem contacto com empresa desde start-ups, agências, consultorias, pequenas e médias empresas até as grandes organizações. Estas empresas podem publicar oportunidades para atrair novos colaboradores, parceiros e co-fundadores. Este vento não acontece apenas em Portugal e podem ver as próximas datas e locais em http://www.techstartupjobs.com.

A Microsoft cada vez está mais aberta até patrocina feiras de emprego. Neste evento não estiveram apenas empresas portuguesas.


Algumas das empresas/startup presentes

Microsoft Pipedrive
PaymentWall SIGMA CONSO
Gaming Services Pengium Formula
Cook 4 me UNONO
Climber Heptasense
Sidero

Posso dizer que estava a casa cheia, pessoal animado e houve momentos engraçados.


Mais sobre o evento.

Tinha algum custo ?
Tinha um custo para as empresas, mas para quem estava a procura não, o registo era obrigatório como qualquer evento.

Havia alguma restrição de oferta pelas empresas presentes?
Infelizmente sim, algumas das ofertas tinha um limite de idade até ao 30 anos. Apesar eu de ter mais de 30 anos ainda considero me jovem. 

Que tipo de ofertas havia?
Principalmente ofertas de TI, administradores de sistemas, programadores de C# ou Java e muito mais.

Isso quer dizer que estes eventos são apenas para jovens?
Não !!!

Vale a pena ir a estes eventos?
Claro que sim! Para quem me conhece estou em quase todos os eventos públicos realizados nas instalações da Microsoft. Não é pelo facto de ser gratuito é principalmente pelo Networking, convivio e diversão. E vejo sempre pessoal conhecido como o António Lourenço que anda sempre nestas andanças e convidou a visitar o blog dele em http://antoniolourenco.com/.

Onde posso consultar os próximos Tech Startup Job Fair?
No seguinte endereço de Internet http://techmeetups.com/events/category/job-fair/.


Quero agradecer a equipa do DX da Microsoft por conseguir ter estes eventos e outros nas suas instalações e que continue o bom trabalho.

3 de abril de 2017

TUGA IT como obter bilhetes gratis

Já não é a primeira vez que falo do TUGA IT que vai ser um evento nacional nas instalações da Microsoft em Lisboa sobre

  • Microsoft Data Platform
  • Open-Source Data Platform
  • SharePoint
  • Office 365
  • Enterprise Integration
  • Microsoft Azure (both IaaS and PaaS)
  • Development Methodologies (Agile, Scrum, Kanban, TDD, DDD, …)
  • Programming & Professional Development
  • DevOps
  • E muito mais.

Vai ser realizado no dia 18 a 20 de Maio de 2017.


As entradas do evento são pagas e estão disponíveis em https://app.weventual.com/detalheEvento.action?iDEvento=4115.

Até dia 2017-05-01 tem um preço especial de 10€ a partir dessa data o preço é 15€.

Mas há uma forma de obter a sua entrada gratuita! 

Através do cartão da comunidade

Há 2 meses os organizadores lançaram a iniciativa com o cartão comunitário, que é válido para todos os que participam nas reuniões dos seguintes grupos/comunidade técnicas envolvidas. 
 
Apenas necessita de participar em 3 reuniões e ter um comprovativo como participou nessas comunidades e será suficiente para obter um bilhete grátis para o evento, por favor, pergunte aos respetivos responsáveis grupos/comunidades técnicas.

Mas por que o preço do bilhete?
"Desde há alguns anos, estamos a lidar com o problema das pessoas que se registrariam nos eventos (SQLSaturdays, SharePointSaturday, Tuga IT, etc) e não aparecem. "
Fonte: nikoport.com

E isto tem originado um desperdício de comida e as pessoas que estiveram na lista de espera não tiveram a hipótese porque as instalações tem um limite de visitantes. 

Felizmente os voluntários do evento conseguem distribuir o excesso de comida a Refood (www.re-food.org/pt) por isso nada é desperdiçado. 
 

O fim do CodePlex

Para o pessoal que lê os comunicados já sabe que o CodePlex vai ser desligado no dia 15 de Dezembro deste Ano. Para o pessoal que ainda não reparou o CodePlex termina mesmo a 2017-12-15.


E agora o que vamos fazer ? Há solução ?
Sim, vamos todos mudar para o GitHub.


O que ?  A sério ?
Sim podes verificar no blog do Brian Harry's  em https://blogs.msdn.microsoft.com/bharry/2017/03/31/shutting-down-codeplex/.


"We migrated too.  As many of you know, Microsoft has invested in Visual Studio Team Services as our “One Engineering System” for proprietary projects, and we’ve exposed many of our key open source projects on GitHub (Visual Studio Code, TypeScript, .NET, the Cognitive Toolkit, and more).  In fact, our GitHub organization now has more than 16,000 open source contributors – more than any other organization – and we’re proud to partner closely with GitHub to promote open source."


Tradução:
Também migramos. Como muitos de vocês sabem, a Microsoft investiu no Visual Studio Team Services como nosso "One Engineering System" para projetos proprietários, e colucamos muitos dos nossos principais projetos de código aberto no GitHub (Visual Studio Code, TypeScript, .NET, Cognitive Toolkit, e muito mais). Na verdade a Microsoft tem mais de 16.000 contribuidores de código aberto - mais do que qualquer outra organização - e estamos orgulhosos de nos associarmos de perto com o GitHub para promover o código aberto.
 
A Microsoft criou um guia como migrar do Codeplex para o GitHub disponível em https://codeplex.codeplex.com/wikipage?title=Migrating%20to%20GitHub.

2 de abril de 2017

Programar Sartuday 2017

 

Ontem foi realizado o evento Programar Sartuday 2017 pela revista programar. A revista programar é uma revista portuguesa electrónica que existe apenas no formato digital é composta por artigos de vários autores portugueses. O seu custo é totalmente gratuito é pode ser consultada em https://www.revista-programar.info/ .

A organização do evento convidou-me para fazer uma apresentação iniciante de Windows PowerShell e sem pensar duas vezes aceite e não estou arrependido.

O evento foi realizado nas instalações da Microsoft em Lisboa, Portugal e tive direito a uma vista maravilhosa como podem verificar no seguinte vídeo que fiz antes de iniciar a sessão.



 A apresentação da sessão já esta disponível e pode consulta-la livremente.


16 de março de 2017

Como publicar o seu script Windows PowerShell na galeria pública do PowerShell

PowerShell Logo
O PowerShell é mais que um simples consola de terminal. É desenvolvida pela Microsoft o que permite fazer gestão dos seus produtos através de linhas de comandos ou de scripts. 

Uma das grandes vantagens de pertencer ao Windows Management Framework (WMF) o que permite ter acesso a:
  • Common Information Model (CMI);
  • Component Object Model (COM);
  • Framework .NET;
  • Server Manager CIM Provider;
  • Server Manager WMI provider;
  • Software Inventory Logging (SIL);
  • Windows Management Infrastructure (WMI);
  • Windows PowerShell;
  • Windows PowerShell Desired State Configuration (DSC);
  • Windows PowerShell Integrated Scripting Environment (ISE);
  • Windows PowerShell Web Services (Management OData IIS Extension);
  • Windows Remote Management (WinRM).

Mas tem assim tantas vantagens?
Sim, além de podermos utilizar a framework .NET pode-se criar scripts para fazer trabalhos autónomos que podem ser executados por parâmetros o que possibilita que o script seja reutilizável e atualizável.


No PowerShell as linhas de comandos têm a denominação de cmdlets e são comandos mais complexos. Um cmdlet até pode ser um script que invoca uma chamada de API ou outros cmdlets. Pode consultar a visão geral do Cmdlet em https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms714395(v=vs.85).aspx .


É importante saber que os novos cmdlets ou funcionalidades apenas estão disponíveis nas últimas versões do sistema operativo. A última versão estável do WMF é 5.1 que inclui:
  • Novo cmdlets: local users and groups; Get-ComputerInfo;
  • Melhorias noPowerShellGet;
  • No PackageManagement foi adicionado suporte para Containers, CBS Setup, EXE-based setup, CAB;
  • Melhorias no Debugging para classes PowerShell e DSC;
  • Melhorias na segurança;
  • Resolução de um serie de pedidos e erros reportados.
Compatibilidade do WMF



WMF 2.0WMF 3.0WMF 4.0WMF 5.0WMF 5.1
Windows XP SIMNÃONÃONÃONÃO
Windows Server 2003SIMNÃONÃONÃONÃO
Windows VistaSIMNÃONÃONÃONÃO
Windows 7 SP1SIMSIMSIMSIMSIM
Windows Server 2008 SP2SIM
SIM
(Expecto IA64)
NÃONÃONÃO
Windows Server 2008 R2 SP1SIM
SIM
(Expecto IA64)
SIMSIMSIM
Windows 8SIMSIMSIMSIMSIM
Windows 8.1SIMSIMSIMSIMSIM
Windows Server 2012 SP1SIMSIMSIMSIMSIM
Windows Server 2012 R2SIMSIMSIMSIMSIM
Windows 10SIMSIMSIMSIMSIM
Windows Server 2016SIMSIMSIMSIMSIM


A partir de 18 de agosto de 2016 o Windows PowerShell passou a ser Open-Source o que significa que pode-se correr em MacOS e algumas distribuições Linux. A equipa do PowerShell está a utilizar o GitHub o que permite que qualquer um possa contribuir com o projeto em https://github.com/powershell .

Galeria do PowerShell
A Galeria do PowerShell é o repositório central do conteúdo do PowerShell. Estão presentes novos comandos do PowerShell ou Desired State Configuration (DSC). 

Antes de iniciar é necessário registar-se em https://www.powershellgallery.com/ com uma conta Microsoft que vai ser utilizada para publicação.

PowerShell Gallery Login



Ao aceder a sua conta pode verificar que tem chave API e é esta chave que é utilizada para submissão.
 
PowerShell Gallery - My Account


Criação do Script
Antes de iniciar o script é necessário criar o bloco que inclui as informações do script com o cmdlet ‘New-ScriptFileInfo’.  O bloco vai conter a versão, GUID que é gerado automaticamente, autor, informações requeridas e dependências do script.

Se já tem um script criado adicione o corpo do PSScriptInfo no início do script.

cmdlet New-ScriptFileInfo

 
Testar o script
O cmdlet ‘Test-ScriptFileInfo’ verifica o bloco de comentário se tiver um erro vai informar onde está localizado ou como corrigi-lo.

 
cmdlet Test-ScriptFileInfo


Como pode verificar na imagem não foi apresentado nenhum erro e pode ser enviado. A seguinte imagem tem um erro propositado em que uma variável está mal definida e não pode ser enviado até o erro ser corrigido.



Publicação do script
Com o script testado já pode publica-lo para publicar necessita da chave API que pode consultar na sua conta.  Para publicar utilize o cmnlet Publish-Script.

Publish-Script -Path <localização do script> -NuGetApiKey <chave API>

Uma regra importante é que o nome  do script tem de ser único se tentar publicar um script com a mesma identificação vai retornar um erro e é obrigado a mudar nome do script. 


cmnlet Publish-Script


Gerir o script na galeria
Na sua conta em ‘Manage my Items’ consegue gerir todos os módulos ou scripts submetidos. 


Pode editar o conteúdo do script.




A galeria também da hipótese de apagar o script mas ainda não é suportado pela galeria o que pode fazer é retirar o script das pesquisas.



Com a publicação bem-sucedida o script é visível e pesquisável na Galeria Web vem como no PowerShell. A galeria da hipótese de gravar o script sem instalar com o cmldet ‘Save-Script’. Se alguém pretender instalar pode utilizar o cmdlet ‘Install-Script’.




Não existe restrição para publicação mas tem de ter atenção que o script ou modulo que pretende publicar não contenha nenhuma informação sensível como por exemplo logins, palavras passes, chaves para ligações a bases de dados.

Mesmo que o script tenha passado nos teste é sempre importante rever e testar o script antes de publicar. Se for possível faça noutra máquina. 

14 de março de 2017

WebCast Microsoft Windows Server 2016: O sistema operativo Cloud-ready

No próximo 16 de Março de 2017 pode participar no Webcast “Microsoft Windows Server 2016: O sistema operativo Cloud-ready” entre as 16:00 – 18:00 WET através do Rumos Live Traning com o formador Pedro Ferreira Pereira.


Este webcast tem como objetivo abordar as novidades do Windows Server 2016, assim como o percurso de exames de certificação para atingir o MCSA: Windows Server 2016. 
  • Introdução aos exames para atingir a certificação MCSA: Windows Server 2016.
  • Novas funcionalidades do Windows Server 2016.
Pode-se inscrever aqui: https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-microsoft-windows-server-2016-o-sistema-operativo-cloud-ready-31228289655 .

 O idioma do Webcast vai ser em Português.

Sobre o Webcast 
O Webcast são realizados pelas as empresas do Grupo Rumos , Rumo, Galileu, Flag, Profitecla, Escola Digital Rumos, Escola Professional Braga e Escola Professional Ruiz Costa. 

Custo 
É totalmente gratuito apenas tem que registar no webcast que é utilizado o Eventbrite. Pode consultar os eventos anteriores aqui: https://www.eventbrite.pt/o/rumos-s-a-7582499537?past=1 e visualizar os vídeos em http://www.livetraining.pt/arquivo.html

Plataforma 
O webcast do grupo utiliza a plataforma Adobe web conferencing mais conhecido por Adobe Connect a sua utilização não é complicada. Apenas necessita de entrar na sala e fazer o teste de verificação e compatibilidade no seu computador. Para garantir que vai conseguir ver o sinal de vídeo e imagem.


Pode-se fazer todas as questões ao orador e falar com outros participantes que estão presentes.



Qualidade de vídeo e áudio
Todo depende do upload do orador. Infelizmente não utilizam uma ligação a parte para os Webcast . No ultimo webcast que assisti que foi “Be a Game Developer” o upload deles era tão mau que a ligação estava sempre a cair, a voz sempre a falhar e não era possível acompanhar com o orador. Por vezes o orador não dava conta que a voz não estava a ser transmitida e perde-se uma grande parte do webcast. 



Mesmo que não consiga visualizar o webcast até ao fim por norma recebe um e-mail com  um endereço de Internet que permite visualizar a a gravação do webcast e também poderá receber um voucher de desconto. 

Se pretende saber mais sobre os webcast do grupo rumos visite em a página oficial em www.livetraining.pt.